Carmem Pankararu, assessora de gestão do distrito sanitário especial indígena de Pernambuco, técnica em administração, e graduanda em Gestão de Recursos Humanos UNOPAR-Recife-PE, residente na aldeia Bem Querer de Cima, município de Jatobá- Pernambuco.
Sou militante nata, minha história de vida se pauta pelos princípios familiar, onde aprendi na prática dividir o pouco adquirido, compartilhar todos os espaços com meus amados 11 irmãos, onde á solidariedade de uns para os outro era necessário, guardo a lição de fazer parte de um coletivo que aprendeu o valor da união.
Sou parte de uma comunidade indígena do sertão nordestino, onde as secas prolongadas secam o chão, sobrevivi à falta d’água e ausência de plantação, assim aprendi com os valores do sertão a dividir o próprio pão; da sociedade que venho arrego pra problema não.
As minhas motivações pra me tornar uma militante comprometida, foram às lutas sociais do meu próprio povo, especialmente na saúde, foi quando circulou entre as lideranças que, já tramitava no congresso uma Lei pra ser aprovada, criando a saúde indígena, que seria um sistema de saúde diferente do município, que funcionaria com participação dos próprios usuários, como de fato aconteceu. Logo, começou a inclusão, que a época era novidade, mais confesso, foi complexo exercitar a tão falada união, era emprego que estava surgindo e nós ainda sem formação, mesmo assim, muitos conseguiram passar na primeira seleção, sendo a maioria para agente de saúde, que prepararia o terreno para assumir nova missão; eu demorei a entender qual seria a minha, era uma luta gratuita sem qualquer tipo de remuneração, mais foi necessária, para minha inserção no Subsistema de Atenção a Saúde Indígena, com grande leque de atribuições, avalio como uma das mais positivas a redução da mortalidade materna e infantil nas aldeias que morria sem assistência. O peso maior da minha decisão seria o valor social que eu ganharia com a participação. 20 anos já se passaram e continuo á caminhada, agora com a força da cooperação.
Ainda na mobilização, para incentivar pessoas a participar das decisões do Estado e tomar parte dos benefícios de saúde nos mais acentuados conceitos, que se inicia com prevenção promovida pela atenção básica nas aldeias com participação social, da comunidade, cada um no seu papel, sendo para o mobilizador social um campo que cresce que absolve sua rotina, que lhe afasta das suas relações pessoais, passa a viver de batalhas para manutenção, o estimulo são os benéficos coletivos, além de administrar os conflitos por espaço de poder de decisão. Campo esse, que exige compromisso social, politico, capacidade operacional e honestidade, a minha luta pelo coletivo me ensina cada dia, por isso estou aqui, com esse depoimento pessoal e intrasferível, pra dizer que cada ser humano nasce mesmo com sua missão.
Estou me esforçando o máximo pra fortalecer nosso SINDCOPSI sem se desviar desse compromisso de representar esse exercito de abnegados dessa causa que é muito nobre para mim, árdua e muito difícil de execução, são peculiaridades que não se aprende com a formação, mais com experiência, com militância de trabalhadores nos espaços de discussão e deliberação, de politica que venha abraçar nossa causa, promovendo empoderamento social, pelo esforço coletivo na busca por canais de diálogo com os movimentos sociais indígenas, sobre tudo com o controle social e as gestões governamentais, que precisam ser fortalecidas, coloco o Sindicato dos Trabalhadores e Profissionais de Saúde Indígena- SINDCOPSI, como forte ferramenta para interlocução. Com o sentimento de que “Juntos Somos Mais Fortes”
Carmem Pankararu Presidente Gestão 2019/2022
Meu nome é ALISSON CARDOSO LIMA, Técnico de enfermagem, trabalho no DSEI Amapá e Norte do Pará, atuo em todo território distrital, já na saúde indígena á 12 anos.
Venho na luta do SINDCOPSI desde sua fundação, já fui conselheiro consultivo e atualmente faço parte da diretoria como Secretário Executivo vice-presidente do SINDCOPSI.
Tenho acompanhado e participado diretamente das nossas últimas e gloriosas conquistas, tenho sempre acompanhado a presidente nas principais reuniões a nível Brasil. No Amapá implantei o SINDCOPSI na mesa de negociações de políticas públicas, participamos diretamente com as reuniões no GT Ministério Público Federal, através de nossa luta o SINDCOPSI está incluído na gestão de transparência e participativa , levo a entidade SINDCOPSI nas principais ações de saúde do DSEI AMAPÁ E NORTE DO PARÁ, e é um dos principais colaboradores no enfrentamento COVID-19. Por fim , incentivo a filiação através de nossas lutas no âmbito nacional.
Diretora de Recursos Humanos e Inspeção do Trabalho
Pollyanna Salvino de Araujo Profissão: Cirurgiã Dentista
DSEI-PE
Diretora de assuntos Financeiros
Itajaciara Barbosa da Silva
Profissão: Enfermeira
DSEI-AL
Diretoria de Assuntos Jurídicos
Sânia Maria Sobrinho de Freitas Profissão: Enfermeira
DSEI-Manaus
Conselheira Fiscal
Ivani Gomes da Silva
Profissão: Enfermeira
CASAI-PE
Conselheiro Fiscal
Janderson Maia
Profissão: Enfermeiro
POLO BASE PAULO AFONSO-BA
Conselheiro Fiscal
Rodrigo César Pontes
Profissão: Enfermeiro
DSEI-PE
Gerente de Saúde
Antônio Alves de Souza
Profissão: Médico
Jurídico
Guilherme da Hora
Jurídico
Clenio Eduardo
Contábil
Luiza Farias
Sindicato Nacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras da Saúde Indígena.
Rua Sete Pecados, 357 – Arruda, Recife – CEP: 52120-030
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